Cota de provedor estoura silenciosa.
Quando uma conta bate o limite, o agente continua vivo mas para de responder. Sem monitoramento dedicado, a operação só percebe quando alguém abre a sessão e nota o último output parado.
Painel visual sobre o que seus agentes estão fazendo agora, com quem estão conversando, o que travou e o que pedir pra eles. Em vez de cinco janelas de terminal, uma URL.
refinery está vivo mas sem responder há 7min: a conta claude/opus bateu o limite. Reiniciar a sessão libera retomada quando a cota voltar.
O Maestro lê tudo o que acontece nos bastidores (eventos, sessões, mensagens, tarefas, fluxos) e devolve aquilo que sempre esteve lá, mas distribuído. Cada agente, cada sessão, cada tarefa, cada provedor tem a própria página. Operação de time de agentes virou navegável.
Os nove termos que aparecem ao longo do case. Quando reaparecem no texto, ganham sublinhado pontilhado: passe o cursor pra rever.
São padrões intrínsecos a coordenar múltiplos agentes em paralelo, não fragilidades de uma operação específica. Quanto mais agentes, mais cara fica cada fricção, e o Maestro nasceu pra tirar essas seis do caminho.
Quando uma conta bate o limite, o agente continua vivo mas para de responder. Sem monitoramento dedicado, a operação só percebe quando alguém abre a sessão e nota o último output parado.
Pra entender por que um agente travou é preciso achar a sessão certa entre vários terminais, ler logs longos e correlacionar tempo com eventos externos. Cada diagnóstico custa contexto.
Sem um pool nomeado, despachar trabalho depende de lembrar quem está livre e ativo. Tarefas ficam paradas porque o agente errado pegou, ou porque o certo não estava configurado pra puxar.
Rotinas que precisam rodar todo dia (revisão de PR, checagem de build, varredura de dependência) viram cron manual ou ritual que depende de alguém lembrar. Difícil de auditar, difícil de mudar.
Pesquisa → implementação → revisão em paralelo com teste. Sem grafo de dependência declarado, a única forma é despachar manualmente quando o passo anterior termina, e quem coordena fica de plantão.
"O que está rodando agora?" não tem resposta única. A informação existe distribuída entre sessões, logs e mensagens, mas reunir de cabeça custa abrir várias janelas e ainda assim falta peça.
Um nome, um prompt em markdown explicando o papel, e um arquivo de configuração com as preferências dele: qual provedor, qual modelo, qual modo de permissão, em qual projeto atua. Mudar comportamento é mudar texto, não código.
Você define quem é cada agente: prompt customizado, provedor de IA, escopo de projetos, lifecycle. Agrupe vários do mesmo papel num pool nomeado e qualquer um pega trabalho da fila, em vez de despachar manualmente pra revisor-1, revisor-2, revisor-3.
Descreve um workflow declarativamente: passos com título, dependências, variáveis com validação, condicionais, loops, e check pós-execução. O motor entende o grafo, dispara o que pode rodar e espera o que precisa esperar.
[formula] name = "auth-vertical-slice" desc = "PR de auth com revisão e teste" [vars.feature] required = true match = "^auth/.+" [[step]] id = "plan" title = "Plano + schema" agent = "mayor" [[step]] id = "impl" title = "Implementar feature" deps = ["plan"] agent = "mayor" [[step]] # roda em paralelo com `review` id = "test" deps = ["impl"] pool = "garbo" check = "pnpm test" retries = 2 [[step]] # roda em paralelo com `test` id = "review" deps = ["impl"] agent = "refinery"
Fluxo de revisão diária? Cron. Varredura toda vez que um PR mergeia? Gatilho por evento. Verificação custosa que só roda quando vale? Script externo que decide. O motor avalia tudo a cada 30s e dispara automaticamente.
Trabalho em curso fica gravado em tempo real: agente cai, máquina reinicia, sessão retoma exatamente de onde parou. E o time acumula memória nomeada: regras, contexto, decisões que qualquer agente consulta a qualquer momento.
Quando PR tem label urgente, roteie pro pool revisores-sênior antes de qualquer outro trabalho.
Mensagens de commit seguem Conventional Commits: feat:, fix:, refactor:, chore:. Sem ponto final.
Cobertura mínima de teste pra merge: 80%. PR entre 60–80% exige justificativa no corpo do PR.
Cada tarefa, mensagem, sessão e etapa de fluxo fica num histórico contínuo em tempo real. Se um agente cai, o trabalho dele espera intacto; quando ele volta, retoma exatamente no ponto. Em paralelo, a memória nomeada captura regras e contexto que duram entre sessões: qualquer agente consulta, qualquer hora.
Agente subiu, tarefa abriu, mensagem enviada, sessão terminou, alerta disparou, fluxo avançou de passo. Aguenta dez mil eventos abertos sem ficar lento. Pausa pra você ler com calma. URL compartilhável pro colega ver a mesma fatia de tempo.
Linha do tempo única do que está rolando agora: agente subiu, tarefa abriu, mensagem chegou, cota estourou. Aguenta dez mil eventos abertos sem ficar lento, com filtro por tipo e por agente.
O Maestro é hoje a cabine de comando interna da Fuad Digital, onde a frota de agentes que entrega projeto e produto roda em paralelo, com supervisão humana nos pontos certos. Se você está pensando em colocar IA pra repetir o que sua equipe faz manualmente hoje, ou já opera múltiplos agentes e quer organizar, vamos conversar sobre o que dá pra adaptar pro seu time.
Tweaks